Monara Marques
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EIS O MELHOR E O PIOR DE MIM....

O meu termômetro, o meu quilate. Vem, cara, me retrate. Não é impossível. Eu não sou difícil de ler.

O infinito de Marisa Monte não é tão particular. Roubei, na cara dura, um trecho de sua genialidade pra explicar minha insignificância. É assim que eu me sinto com todo esse universo ao meu redor. Às vezes completa, às vezes só. Mas nunca parada. Com 18 anos, resolvi ser porta-bandeira do mundo. Girei, girei, até cair em Budapeste, uma cidade parecida comigo: completamente dividida. “Pluralista”, diriam os colegas das Relações Internacionais, meu primeiro curso universitário. Migrei pro Jornalismo antes que me alistassem a um guerra. Mal sabia eu que estava entrando em uma interminável batalha. Assim são os jogos de futebol, uma das minhas especialidades. Pra quem duvida, está tudo no meu currículo, que em nada combina com storytelling. Atuando na Publicidade, descobri que há um jeito bem mais legal de contar histórias. E é assim que pretendo compartilhar a minha.

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6.nov.2018
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Médica, musicista, fã de artes em geral, alheia às redes sociais e dotada de linhas de raciocínio que humilham o senso comum, essa pessoa me pareceu empolgada ao extremo com Bohemian Rhapsody, a cinebiografia de Queen. "Nota máxima!". Também gostei, embora tenha limitado a quatro estrelas minha nada embasada crítica. Quis entender o porquê. Eis a encantadora resposta: 

bohemian_rhapsody_filme_queen

Quando eu ainda não sabia o que era uma banda, porque ainda não tinha tomado gosto incondicional por nenhuma, fui apresentada de verdade ao Queen pelo meu sábio pai, que havia adquirido um Greatest Hits nas Lojas Americanas, quando da compra do nosso primeiro e único toca CD. 

Passei a década 90 ouvindo o disco, e levei faculdade adentro. Gastei a garganta várias vezes em casa tentando entonar os alcances vocais de Bohemian Rhapsody do virtuoso Freddie Mercury (quem nunca?) porque se aproximavam dos elementos clássicos que por dez anos me acompanharam na minha formação musical (pianista), elementos esses que são, inclusive, a marca do Queen. 

Hoje, assisti ao filme e relembrei porque a banda habita um recôndito de cada um. É tão presente e universal ainda, na sua capacidade de emocionar e acionar sentimentos diversos em todos, que torna a questão da homossexualidade e da AIDS coadjuvantes, quase figurantes. 

Se há uma falha cinematográfica aqui ou ali, uma amarra aberta no roteiro ou mesmo qualquer ínfimo momento clichê que tire o mérito em receber as condecorações criadas pelo próprio homem, o personagem principal do filme supera todos eles: a poesia.  

*Por Mariana Gomes

Créditos fotos: divulgação internet

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