Monara Marques
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Monara Marques
EIS O MELHOR E O PIOR DE MIM....

O meu termômetro, o meu quilate. Vem, cara, me retrate. Não é impossível. Eu não sou difícil de ler.

O infinito de Marisa Monte não é tão particular. Roubei, na cara dura, um trecho de sua genialidade pra explicar minha insignificância. É assim que eu me sinto com todo esse universo ao meu redor. Às vezes completa, às vezes só. Mas nunca parada. Com 18 anos, resolvi ser porta-bandeira do mundo. Girei, girei, até cair em Budapeste, uma cidade parecida comigo: completamente dividida. “Pluralista”, diriam os colegas das Relações Internacionais, meu primeiro curso universitário. Migrei pro Jornalismo antes que me alistassem a um guerra. Mal sabia eu que estava entrando em uma interminável batalha. Assim são os jogos de futebol, uma das minhas especialidades. Pra quem duvida, está tudo no meu currículo, que em nada combina com storytelling. Atuando na Publicidade, descobri que há um jeito bem mais legal de contar histórias. E é assim que pretendo compartilhar a minha.

Saiba mais

26.set.2016
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Depois de seis anos, o casamento entre a Fifa, federação que rege o futebol mundial, e a France Football chegou ao fim. Assim, a elegante festa de entrega do prestigiado troféu Bola de Ouro voltará a ser organizada pela revista francesa, enquanto a entidade terá sua própria eleição de craque do ano. Mas não foi apenas isso que mudou.

AS NOVIDADES
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Se a Fifa mantém o mistério de como serão realizadas as próximas edições do prêmio de melhor jogador do mundo, a France Football já divulgou detalhes da próxima Bola de Ouro, que deve acontecer em dezembro deste ano. A lista de craques, que antes era formada por 23 jogadores, passará a ter 30 atletas. Mas a mudança mais significativa está no colegiado.

FIM DOS VOTOS 'AUTOMÁTICOS'
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Agora, apenas jornalistas votarão no melhor jogador mundo. Nada de técnicos ou capitães, como era de praxe durante a parceria com a Fifa. A novidade tende a deixar a disputa pela Bola de Ouro mais aberta, já que, na teoria, os votos de jornalistas devem ser baseados em critérios mais técnicos, e, talvez, menos corporativistas.

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*Opinião de Monara Marques para a Rádio 730, no dia 26 de setembro de 2016. Clique aqui para ouvir e se inscrever no nosso podcast.

CRÉDITOS
Imagens: Reproduções/Internet

Alexandre Ferrari

Jornalista
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