Monara Marques
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Monara Marques
EIS O MELHOR E O PIOR DE MIM....

O meu termômetro, o meu quilate. Vem, cara, me retrate. Não é impossível. Eu não sou difícil de ler.

O infinito de Marisa Monte não é tão particular. Roubei, na cara dura, um trecho de sua genialidade pra explicar minha insignificância. É assim que eu me sinto com todo esse universo ao meu redor. Às vezes completa, às vezes só. Mas nunca parada. Com 18 anos, resolvi ser porta-bandeira do mundo. Girei, girei, até cair em Budapeste, uma cidade parecida comigo: completamente dividida. “Pluralista”, diriam os colegas das Relações Internacionais, meu primeiro curso universitário. Migrei pro Jornalismo antes que me alistassem a um guerra. Mal sabia eu que estava entrando em uma interminável batalha. Assim são os jogos de futebol, uma das minhas especialidades. Pra quem duvida, está tudo no meu currículo, que em nada combina com storytelling. Atuando na Publicidade, descobri que há um jeito bem mais legal de contar histórias. E é assim que pretendo compartilhar a minha.

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28.set.2016
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Em 2013, a Fifa, entidade que rege o futebol mundial, criou uma força-tarefa para se debruçar e combater o racismo na Rússia, onde se tornou de praxe episódios intensos do tema.

A DECISÃO
fifa_racism

No último final de semana, o diário The Guardian revelou que a Fifa, três anos depois de criar o programa no país que vai receber a próxima Copa do Mundo, enviou uma carta aos membros da força-tarefa alegando que o programa completou sua missão, o que gerou uma série de críticas de personagens, principalmente pelo receio de atitudes preconceituosas durante o Mundial em 2018.

A DESMOTIVAÇÃO
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A ONG britânica Kick It Out declarou que a atitude da Fifa pode desmotivar profundamente diversas organizações que estão ativamente na luta contra o racismo, pois a entidade se tornou um exemplo e liderança sobre o tema.

O TEMOR
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O meia Yaya Touré teme sobre os riscos no próximo Mundial. “Depois de falhar em lidar com o racismo de forma eficaz por décadas, por que parar quando uma ação está começando a funcionar e dar resultados? Isso não faz sentido”, retrucou o marfinense que era consultor do programa.

A "DEFESA"
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Na defesa da entidade, a primeira mulher a integrar o comitê executivo da Fifa, Fatma Samoura garantiu que apesar do fim da força-tarefa, a Fifa vai continuar com tolerância zero à discriminação em todos os âmbitos: cultura, cor de pele e sexual.

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CRÉDITOS
Imagens: Reproduções/Internet

Alexandre Ferrari

Jornalista
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